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IMPLANTOLOGIA
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Os implantes dentários são dispositivos cilíndricos em titânio que, inseridos no osso alveolar, permitem substituir um ou vários dentes naturais que foram extraídos. São portanto raízes artificiais.

Em implantologia temos 3 parâmetros que nos parecem fundamentais: a experiência e a alta especialização do cirurgião, a qualidade do material técnico, bem com ao marca dos implantes utilizados.

No entanto e como qualquer outra técnica, a implantologia não pode ter a pretensão de ser universal e resolver todos os problemas, cada caso é único e específico. É portanto fundamental o médico dentista adaptar a sua terapêutica a cada um dos seus pacientes, e não o contrário.

A escolha da quantidade, da forma, do comprimento e da localização dos implantes a colocar vai essencialmente depender da quantidade e da qualidade do osso alveolar existente no maxilar, bem como de outros parâmetros, tais como a oclusão e a higiene do paciente. Por vezes será indispensável realizar um enxerto ósseo, quando o osso alveolar remanescente não é suficiente em quantidade e/ou qualidade. É portanto fundamental realizar um estudo prévio rigoroso, e nomeadamente no caso de grandes reabilitações.

Assim este tipo de tratamento pode estar indicado desde um simples dente em falta até uma reabilitação total bi-maxilar. Tem igualmente a grande vantagem de preservar totalmente os dentes adjacentes ás extracções, que no caso de uma ponte fixa deverão ser talhados.

No caso de grandes reconstrucções é actualmente possível colocar no próprio dia uma prótese provisória acrílica aparafusada sobre 6 a 8 implantes: trata-se de uma prótese hibrida de carga imediata. Decorridos 2 a 3 meses, durante os quais se processou a osteo integração dos implantes e a maturação dos tecidos moles, pode então ser realizada a prótese definitiva, em resina acrílica sobre um chassis em titânio fresado por CAD CAM. Em boas mãos este procedimento é totalmente estandardizado e predictível.

Todas estas intervenções são realizadas sob anestesia local, são totalmente indolores, e o pós operatório é globalmente bom. Para pacientes mais nervosos e sensíveis, é possível ter recurso a uma sedação consciente, para maior conforto.

As taxas de sucesso a 5 anos (únicos estudos fiáveis) ultrapassam os 98%. Nos raros casos em que o implante não é osteo integrado, poderá ser substituído, após cicatrização óssea.

Qualquer reabilitação por implantes implica uma manutenção preventiva regular, pelo menos anual. É igualmente indispensável uma rigorosa higiene dentária, que pode condicionar a longevidade do implante. Tabaco e bruxismo (ranger os dentes) constituem alguns dos factores negativos.